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Ablok 50 Mg Comprimido Com 30 Biolab-Sanus Farma
Ablok 50 Mg Comprimido Com 30 Biolab-Sanus Farma
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Vendido e entregue por Brava
Sobre o produto
Descrição do Produto
Ficha Técnica do Produto
Contra Indicação
ABLOK®, assim como outros betabloqueadores, não deve ser usado nas seguintes situações: Conhecida hipersensibilidade ao atenolol ou aos outros componentes da fórmula; bradicardia; choque cardiogênico; hipotensão; acidose metabólica; distúrbios graves da circulação arterial periférica; bloqueio cardíaco de segundo ou terceiro grau; síndrome do nodo sinusal; feocromocitoma não tratado; insuficiência cardíaca descompensadaAdvertências e Iterações
Embora contraindicado em insuficiência cardíaca descompensada, ABLOK® pode ser usado em pacientes cujos sinais de insuficiência cardíaca tenham sido controlados. Deve-se tomar cuidado com pacientes cuja reserva cardíaca esteja diminuída. ABLOK® pode aumentar o número e a duração dos ataques de angina em pacientes com angina de Prinzmetal. Embora contraindicado em distúrbios graves da circulação arterial periférica, ABLOK® também pode agravar distúrbios menos graves da circulação arterial periférica. ABLOK® deve ser administrado com cautela em pacientes com bloqueio cardíaco de primeiro grau, devido ao seu efeito negativo sobre o tempo de condução. ABLOK® pode modificar a taquicardia da hipoglicemia e pode mascarar os sinais de tireotoxicose. Como resultado da ação farmacológica, ABLOK® poderá reduzir a frequência cardíaca. Nos raros casos em que um paciente tratado desenvolver sintomas que possam ser atribuíveis a uma baixa frequência cardíaca, a dose pode ser reduzida. ABLOK® não deve ser descontinuado abruptamente em pacientes que sofrem de doença cardíaca isquêmica. ABLOK® pode causar uma reação mais grave a uma variedade de alérgenos quando administrado a pacientes com história de reação anafilática a tais alérgenos. Estes pacientes podem não responder às doses usuais de adrenalina utilizadas no tratamento de reações alérgicas. ABLOK® pode causar um aumento na resistência das vias aéreas em pacientes asmáticos. Se ocorrer aumento da resistência das vias aéreas, o ABLOK® deve ser descontinuado e, se necessário, deve ser administrada terapia broncodilatadora (por exemplo: salbutamol). O uso desta medicação associada à terapia convencional pós infarto agudo do miocárdio pode aumentar a ocorrência de casos de embolia pulmonar. Após a interrupção abrupta de certos agentes bloqueadores beta, ocorreram exacerbações da angina de peito e, em alguns casos, infarto do miocárdio e arritmias ventriculares. Como ocorre com outros betabloqueadores, quando é planejada a interrupção do atenolol, os pacientes devem ser cuidadosamente observados e aconselhados a minimizar a atividade física, sendo aconselhada a retirada da droga de forma gradual até a sua interrupção total. O paciente não deve interromper o tratamento sem a orientação do médica.Reações Adversas
Embora contraindicado em insuficiência cardíaca descompensada, ABLOK® pode ser usado em pacientes cujos sinais de insuficiência cardíaca tenham sido controlados. Deve-se tomar cuidado com pacientes cuja reserva cardíaca esteja diminuída. ABLOK® pode aumentar o número e a duração dos ataques de angina em pacientes com angina de Prinzmetal. Embora contraindicado em distúrbios graves da circulação arterial periférica, ABLOK® também pode agravar distúrbios menos graves da circulação arterial periférica. ABLOK® deve ser administrado com cautela em pacientes com bloqueio cardíaco de primeiro grau, devido ao seu efeito negativo sobre o tempo de condução. ABLOK® pode modificar a taquicardia da hipoglicemia e pode mascarar os sinais de tireotoxicose. Como resultado da ação farmacológica, ABLOK® poderá reduzir a frequência cardíaca. Nos raros casos em que um paciente tratado desenvolver sintomas que possam ser atribuíveis a uma baixa frequência cardíaca, a dose pode ser reduzida. ABLOK® não deve ser descontinuado abruptamente em pacientes que sofrem de doença cardíaca isquêmica. ABLOK® pode causar uma reação mais grave a uma variedade de alérgenos quando administrado a pacientes com história de reação anafilática a tais alérgenos. Estes pacientes podem não responder às doses usuais de adrenalina utilizadas no tratamento de reações alérgicas. ABLOK® pode causar um aumento na resistência das vias aéreas em pacientes asmáticos. Se ocorrer aumento da resistência das vias aéreas, o ABLOK® deve ser descontinuado e, se necessário, deve ser administrada terapia broncodilatadora (por exemplo: salbutamol). O uso desta medicação associada à terapia convencional pós infarto agudo do miocárdio pode aumentar a ocorrência de casos de embolia pulmonar. Após a interrupção abrupta de certos agentes bloqueadores beta, ocorreram exacerbações da angina de peito e, em alguns casos, infarto do miocárdio e arritmias ventriculares. Como ocorre com outros betabloqueadores, quando é planejada a interrupção do atenolol, os pacientes devem ser cuidadosamente observados e aconselhados a minimizar a atividade física, sendo aconselhada a retirada da droga de forma gradual até a sua interrupção total. O paciente não deve interromper o tratamento sem a orientação do médica.
Detalhes do Produto
ABLOK® é indicado para o controle da hipertensão arterial, angina pectoris, arritmias cardíacas, infarto do miocárdio e tratamento precoce e tardio após infarto do miocárdio. O medicamento age preferencialmente sobre os receptores no coração e na circulação, reduzindo a pressão arterial com uso contínuo. Ele começa a ter efeito significativo dentro de 1 hora após administração oral, atingindo efeito máximo em 2 a 4 horas, e esse efeito é mantido por no mínimo 24 horas.
Ficha Técnica
Contra Indicação
ABLOK®, assim como outros betabloqueadores, não deve ser usado nas seguintes situações: Conhecida hipersensibilidade ao atenolol ou aos outros componentes da fórmula; bradicardia; choque cardiogênico; hipotensão; acidose metabólica; distúrbios graves da circulação arterial periférica; bloqueio cardíaco de segundo ou terceiro grau; síndrome do nodo sinusal; feocromocitoma não tratado; insuficiência cardíaca descompensadaAdvertências e Iterações
Embora contraindicado em insuficiência cardíaca descompensada, ABLOK® pode ser usado em pacientes cujos sinais de insuficiência cardíaca tenham sido controlados. Deve-se tomar cuidado com pacientes cuja reserva cardíaca esteja diminuída. ABLOK® pode aumentar o número e a duração dos ataques de angina em pacientes com angina de Prinzmetal. Embora contraindicado em distúrbios graves da circulação arterial periférica, ABLOK® também pode agravar distúrbios menos graves da circulação arterial periférica. ABLOK® deve ser administrado com cautela em pacientes com bloqueio cardíaco de primeiro grau, devido ao seu efeito negativo sobre o tempo de condução. ABLOK® pode modificar a taquicardia da hipoglicemia e pode mascarar os sinais de tireotoxicose. Como resultado da ação farmacológica, ABLOK® poderá reduzir a frequência cardíaca. Nos raros casos em que um paciente tratado desenvolver sintomas que possam ser atribuíveis a uma baixa frequência cardíaca, a dose pode ser reduzida. ABLOK® não deve ser descontinuado abruptamente em pacientes que sofrem de doença cardíaca isquêmica. ABLOK® pode causar uma reação mais grave a uma variedade de alérgenos quando administrado a pacientes com história de reação anafilática a tais alérgenos. Estes pacientes podem não responder às doses usuais de adrenalina utilizadas no tratamento de reações alérgicas. ABLOK® pode causar um aumento na resistência das vias aéreas em pacientes asmáticos. Se ocorrer aumento da resistência das vias aéreas, o ABLOK® deve ser descontinuado e, se necessário, deve ser administrada terapia broncodilatadora (por exemplo: salbutamol). O uso desta medicação associada à terapia convencional pós infarto agudo do miocárdio pode aumentar a ocorrência de casos de embolia pulmonar. Após a interrupção abrupta de certos agentes bloqueadores beta, ocorreram exacerbações da angina de peito e, em alguns casos, infarto do miocárdio e arritmias ventriculares. Como ocorre com outros betabloqueadores, quando é planejada a interrupção do atenolol, os pacientes devem ser cuidadosamente observados e aconselhados a minimizar a atividade física, sendo aconselhada a retirada da droga de forma gradual até a sua interrupção total. O paciente não deve interromper o tratamento sem a orientação do médica.Reações Adversas
Embora contraindicado em insuficiência cardíaca descompensada, ABLOK® pode ser usado em pacientes cujos sinais de insuficiência cardíaca tenham sido controlados. Deve-se tomar cuidado com pacientes cuja reserva cardíaca esteja diminuída. ABLOK® pode aumentar o número e a duração dos ataques de angina em pacientes com angina de Prinzmetal. Embora contraindicado em distúrbios graves da circulação arterial periférica, ABLOK® também pode agravar distúrbios menos graves da circulação arterial periférica. ABLOK® deve ser administrado com cautela em pacientes com bloqueio cardíaco de primeiro grau, devido ao seu efeito negativo sobre o tempo de condução. ABLOK® pode modificar a taquicardia da hipoglicemia e pode mascarar os sinais de tireotoxicose. Como resultado da ação farmacológica, ABLOK® poderá reduzir a frequência cardíaca. Nos raros casos em que um paciente tratado desenvolver sintomas que possam ser atribuíveis a uma baixa frequência cardíaca, a dose pode ser reduzida. ABLOK® não deve ser descontinuado abruptamente em pacientes que sofrem de doença cardíaca isquêmica. ABLOK® pode causar uma reação mais grave a uma variedade de alérgenos quando administrado a pacientes com história de reação anafilática a tais alérgenos. Estes pacientes podem não responder às doses usuais de adrenalina utilizadas no tratamento de reações alérgicas. ABLOK® pode causar um aumento na resistência das vias aéreas em pacientes asmáticos. Se ocorrer aumento da resistência das vias aéreas, o ABLOK® deve ser descontinuado e, se necessário, deve ser administrada terapia broncodilatadora (por exemplo: salbutamol). O uso desta medicação associada à terapia convencional pós infarto agudo do miocárdio pode aumentar a ocorrência de casos de embolia pulmonar. Após a interrupção abrupta de certos agentes bloqueadores beta, ocorreram exacerbações da angina de peito e, em alguns casos, infarto do miocárdio e arritmias ventriculares. Como ocorre com outros betabloqueadores, quando é planejada a interrupção do atenolol, os pacientes devem ser cuidadosamente observados e aconselhados a minimizar a atividade física, sendo aconselhada a retirada da droga de forma gradual até a sua interrupção total. O paciente não deve interromper o tratamento sem a orientação do médica.
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