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Início > Medicamentos > Saúde Mental & Sistema Nervoso > Tratamento Para Epilepsia > Spark Xr 500 Mg Comprimido Revestido De Liberação Prolongada Com 30 Eurofarma - Momenta

Spark Xr 500 Mg Comprimido Revestido De Liberação Prolongada Com 30 Eurofarma - Momenta

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Sobre o produto

Descrição do Produto

Spark XR (levetiracetam) é indicado como monoterapia para tratar crises focais/parciais em pacientes com 16 anos ou mais com epilepsia. Também é utilizado como terapia adjuvante para crises focais/parciais em maiores de 12 anos com epilepsia refratária, crises mioclônicas em maiores de 12 anos com epilepsia mioclônica juvenil, e crises tônico-clônicas primárias generalizadas em maiores de 12 anos com epilepsia idiopática generalizada. O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido.

Ficha Técnica do Produto

  • Contra Indicação

    Você não deve utilizar levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex. piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.
  • Advertências e Iterações

    Fale com o seu médico antes de tomar levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada: Se você tiver doença renal ou hepática, siga as instruções do seu médico. Ele poderá decidir se a sua dose deve ser ajustada. Caso você tenha doença renal de estágio terminal, fazendo uso de diálise, é recomendada a utilização de levetiracetam comprimido revestido ao invés de levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada. Se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate o seu médico. Um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada teve pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias suicidas, contate de imediato o seu médico. Se você tiver transtornos psiquiátricos e mudanças de comportamento como agressividade, agitação, raiva, ansiedade, apatia, depressão, hostilidade, irritabilidade e transtornos psicóticos. No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu médico sobre como proceder. Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos), agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue) - foram descritos em associação com a administração de levetiracetam. Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando fraqueza, pirexia (febre), infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação. Pode ser observado o agravamento das crises epilépticas, especialmente ao iniciar o tratamento ou no aumento da dose. Em pacientes com epilepsia associada à mutação no gene SCN8A foi relatado a falta de eficácia ou o agravamento de crises epilépticas. Gravidez e Amamentação O levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada. Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução. Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada devem ser monitoradas pelo médico. Se estiver grávida, ou achar que está grávida, informe o seu médico. O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada for necessário durante a amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada e a amamentação devem continuar. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas O levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada pode fazê-lo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se cautela aos pacientes na execução destas atividades.
  • Reações Adversas

    Fale com o seu médico antes de tomar levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada: Se você tiver doença renal ou hepática, siga as instruções do seu médico. Ele poderá decidir se a sua dose deve ser ajustada. Caso você tenha doença renal de estágio terminal, fazendo uso de diálise, é recomendada a utilização de levetiracetam comprimido revestido ao invés de levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada. Se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate o seu médico. Um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada teve pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias suicidas, contate de imediato o seu médico. Se você tiver transtornos psiquiátricos e mudanças de comportamento como agressividade, agitação, raiva, ansiedade, apatia, depressão, hostilidade, irritabilidade e transtornos psicóticos. No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu médico sobre como proceder. Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos), agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue) - foram descritos em associação com a administração de levetiracetam. Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando fraqueza, pirexia (febre), infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação. Pode ser observado o agravamento das crises epilépticas, especialmente ao iniciar o tratamento ou no aumento da dose. Em pacientes com epilepsia associada à mutação no gene SCN8A foi relatado a falta de eficácia ou o agravamento de crises epilépticas. Gravidez e Amamentação O levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada. Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução. Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada devem ser monitoradas pelo médico. Se estiver grávida, ou achar que está grávida, informe o seu médico. O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada for necessário durante a amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada e a amamentação devem continuar. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas O levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada pode fazê-lo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se cautela aos pacientes na execução destas atividades.

Detalhes do Produto

Spark XR (levetiracetam) é indicado como monoterapia para tratar crises focais/parciais em pacientes com 16 anos ou mais com epilepsia. Também é utilizado como terapia adjuvante para crises focais/parciais em maiores de 12 anos com epilepsia refratária, crises mioclônicas em maiores de 12 anos com epilepsia mioclônica juvenil, e crises tônico-clônicas primárias generalizadas em maiores de 12 anos com epilepsia idiopática generalizada. O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido.

Ficha Técnica

  • Contra Indicação

    Você não deve utilizar levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex. piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.
  • Advertências e Iterações

    Fale com o seu médico antes de tomar levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada: Se você tiver doença renal ou hepática, siga as instruções do seu médico. Ele poderá decidir se a sua dose deve ser ajustada. Caso você tenha doença renal de estágio terminal, fazendo uso de diálise, é recomendada a utilização de levetiracetam comprimido revestido ao invés de levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada. Se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate o seu médico. Um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada teve pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias suicidas, contate de imediato o seu médico. Se você tiver transtornos psiquiátricos e mudanças de comportamento como agressividade, agitação, raiva, ansiedade, apatia, depressão, hostilidade, irritabilidade e transtornos psicóticos. No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu médico sobre como proceder. Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos), agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue) - foram descritos em associação com a administração de levetiracetam. Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando fraqueza, pirexia (febre), infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação. Pode ser observado o agravamento das crises epilépticas, especialmente ao iniciar o tratamento ou no aumento da dose. Em pacientes com epilepsia associada à mutação no gene SCN8A foi relatado a falta de eficácia ou o agravamento de crises epilépticas. Gravidez e Amamentação O levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada. Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução. Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada devem ser monitoradas pelo médico. Se estiver grávida, ou achar que está grávida, informe o seu médico. O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada for necessário durante a amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada e a amamentação devem continuar. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas O levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada pode fazê-lo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se cautela aos pacientes na execução destas atividades.
  • Reações Adversas

    Fale com o seu médico antes de tomar levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada: Se você tiver doença renal ou hepática, siga as instruções do seu médico. Ele poderá decidir se a sua dose deve ser ajustada. Caso você tenha doença renal de estágio terminal, fazendo uso de diálise, é recomendada a utilização de levetiracetam comprimido revestido ao invés de levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada. Se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate o seu médico. Um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada teve pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias suicidas, contate de imediato o seu médico. Se você tiver transtornos psiquiátricos e mudanças de comportamento como agressividade, agitação, raiva, ansiedade, apatia, depressão, hostilidade, irritabilidade e transtornos psicóticos. No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu médico sobre como proceder. Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos), agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue) - foram descritos em associação com a administração de levetiracetam. Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando fraqueza, pirexia (febre), infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação. Pode ser observado o agravamento das crises epilépticas, especialmente ao iniciar o tratamento ou no aumento da dose. Em pacientes com epilepsia associada à mutação no gene SCN8A foi relatado a falta de eficácia ou o agravamento de crises epilépticas. Gravidez e Amamentação O levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada. Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução. Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada devem ser monitoradas pelo médico. Se estiver grávida, ou achar que está grávida, informe o seu médico. O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada for necessário durante a amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada e a amamentação devem continuar. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas O levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que levetiracetam comprimido revestido de liberação prolongada pode fazê-lo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se cautela aos pacientes na execução destas atividades.

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