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Início > Medicamentos > Cardiovascular & Metabólico > Pressão Alta > Concor Anlo Hemifumarato De Bisoprolol 5mg + Besilato De Anlodipino 5mg 30 Comprimidos

Concor Anlo Hemifumarato De Bisoprolol 5mg + Besilato De Anlodipino 5mg 30 Comprimidos

Cód: 21896
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Sobre o produto

Descrição do Produto

Concor® Anlo é indicado para tratamento de hipertensão arterial, incluindo substituição de bisoprolol e anlodipino em comprimidos separados e controle da pressão arterial não adequadamente controlada com os medicamentos utilizados individualmente. O medicamento é uma combinação de bisoprolol, um betabloqueador que diminui a frequência cardíaca e aumenta a eficiência do coração, e anlodipino, um bloqueador dos canais de cálcio que reduz a contração das paredes dos vasos sanguíneos, diminuindo assim a pressão arterial.

Ficha Técnica do Produto

  • Contra Indicação

    Concor® Anlo é contraindicado em pacientes com: - insuficiência cardíaca aguda ou durante episódios de descompensação da insuficiência cardíaca que requeiram terapêutica inotrópica intravenosa; - obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo (por exemplo, estenose aórtica de alto grau) (devido ao anlodipino); - choque cardiogênico; - bloqueio AV de segundo ou terceiro grau (sem marca-passo) (devido ao bisoprolol); - síndrome do nó sinusal (devido ao bisoprolol); - bloqueio sinoatrial (devido ao bisoprolol); - bradicardia sintomática (devido ao bisoprolol); - hipotensão sintomática; - asma brônquica grave (devido ao bisoprolol); - formas graves de doença arterial obstrutiva periférica ou de síndrome de Raynaud (devido ao bisoprolol); - feocromocitoma não tratado (ver “Advertências e Precauções”) (devido ao bisoprolol); - acidose metabólica (devido ao bisoprolol); Concor® Anlo está contraindicado em pacientes com hipersensibilidade ao bisoprolol, anlodipino, derivados di-hidropiridínicos ou a qualquer um dos excipientes da fórmula (ver “Composição”).
  • Advertências e Iterações

    Pacientes com insuficiência cardíaca: Pacientes com insuficiência cardíaca devem ser tratados com cautela. Não pode ser excluído um risco aumentado de nova deterioração da função bombeadora ventricular. Especialmente em pacientes com doença isquêmica do coração o término do tratamento com bisoprolol não deve ser feito de forma abrupta, a menos que claramente indicado, uma vez que isso pode levar a um agravamento transitório da condição cardíaca (ver “Posologia e Modo de Usar”). Pacientes com insuficiência hepática: É necessária cautela quando da administração de Concor® Anlo em pacientes com função hepática prejudicada, uma vez que a meia-vida do anlodipino é prolongada. Devido ao componente bisoprolol, Concor® Anlo tem que ser usado com cautela nas seguintes situações: - diabetes mellitus apresentando níveis extremamente flutuantes de glicemia; sintomas de hipoglicemia (como taquicardia, palpitações e sudorese) podem estar mascarados; - jejum rigoroso; - terapia de dessensibilização em andamento. Da mesma forma que outros betabloqueadores, o bisoprolol pode aumentar tanto a sensibilidade aos alérgenos quanto a gravidade das reações anafiláticas. O tratamento com epinefrina nem sempre pode resultar no efeito terapêutico esperado; - bloqueio AV de primeiro grau; - angina de Prinzmetal; - doenças arteriais periféricas oclusivas (pode ocorrer agravamento dos sintomas, principalmente no início do tratamento). Pacientes com psoríase ou com história de psoríase só devem ser tratados com betabloqueadores (por exemplo, bisoprolol) após uma cuidadosa avaliação dos benefícios contra os riscos. Pacientes em tratamento com bisoprolol podem ter sintomas de tireotoxicose mascarados. Em pacientes com feocromocitoma, o bisoprolol não pode ser administrado até que bloqueio dos receptores alfa tenha ocorrido. Naqueles pacientes submetidos à anestesia geral, o betabloqueio reduz a incidência de arritmias e isquemia miocárdica durante a indução da anestesia e intubação e no período pósoperatório. Recomenda-se correntemente que a manutenção do betabloqueio seja continuado no perioperatório. O anestesista deve ter conhecimento do betabloqueio devido ao potencial para interações com outros fármacos, resultando em bradiarritmias, atenuação da taquicardia reflexa e da diminuição da capacidade reflexa para compensar a perda de sangue. Caso seja considerado necessário suspender o tratamento com betabloqueador antes da cirurgia, isto deve ser feito de forma gradual, e completado cerca de 48 horas antes da anestesia. Embora betabloqueadores cardiosseletivos (beta1) possam ter menos efeito na função pulmonar do que betabloqueadores não seletivos, como ocorre com todos os betabloqueadores estes devem ser evitados em pacientes com doenças obstrutivas das vias aéreas, a menos que haja razões clínicas convincentes para seu uso. Quando existirem tais razões, Concor® Anlo pode ser usado com cautela. Na asma brônquica ou em outras doenças pulmonares obstrutivas crônicas, que podem causar sintomas, terapia de broncodilatação é recomendada. Ocasionalmente, pode ocorrer um aumento da resistência das vias aéreas em pacientes com asma; portanto, a dose de ß2-estimulantes pode ter que ser aumentada. Para maiores informações consulte a bula.
  • Reações Adversas

    Pacientes com insuficiência cardíaca: Pacientes com insuficiência cardíaca devem ser tratados com cautela. Não pode ser excluído um risco aumentado de nova deterioração da função bombeadora ventricular. Especialmente em pacientes com doença isquêmica do coração o término do tratamento com bisoprolol não deve ser feito de forma abrupta, a menos que claramente indicado, uma vez que isso pode levar a um agravamento transitório da condição cardíaca (ver “Posologia e Modo de Usar”). Pacientes com insuficiência hepática: É necessária cautela quando da administração de Concor® Anlo em pacientes com função hepática prejudicada, uma vez que a meia-vida do anlodipino é prolongada. Devido ao componente bisoprolol, Concor® Anlo tem que ser usado com cautela nas seguintes situações: - diabetes mellitus apresentando níveis extremamente flutuantes de glicemia; sintomas de hipoglicemia (como taquicardia, palpitações e sudorese) podem estar mascarados; - jejum rigoroso; - terapia de dessensibilização em andamento. Da mesma forma que outros betabloqueadores, o bisoprolol pode aumentar tanto a sensibilidade aos alérgenos quanto a gravidade das reações anafiláticas. O tratamento com epinefrina nem sempre pode resultar no efeito terapêutico esperado; - bloqueio AV de primeiro grau; - angina de Prinzmetal; - doenças arteriais periféricas oclusivas (pode ocorrer agravamento dos sintomas, principalmente no início do tratamento). Pacientes com psoríase ou com história de psoríase só devem ser tratados com betabloqueadores (por exemplo, bisoprolol) após uma cuidadosa avaliação dos benefícios contra os riscos. Pacientes em tratamento com bisoprolol podem ter sintomas de tireotoxicose mascarados. Em pacientes com feocromocitoma, o bisoprolol não pode ser administrado até que bloqueio dos receptores alfa tenha ocorrido. Naqueles pacientes submetidos à anestesia geral, o betabloqueio reduz a incidência de arritmias e isquemia miocárdica durante a indução da anestesia e intubação e no período pósoperatório. Recomenda-se correntemente que a manutenção do betabloqueio seja continuado no perioperatório. O anestesista deve ter conhecimento do betabloqueio devido ao potencial para interações com outros fármacos, resultando em bradiarritmias, atenuação da taquicardia reflexa e da diminuição da capacidade reflexa para compensar a perda de sangue. Caso seja considerado necessário suspender o tratamento com betabloqueador antes da cirurgia, isto deve ser feito de forma gradual, e completado cerca de 48 horas antes da anestesia. Embora betabloqueadores cardiosseletivos (beta1) possam ter menos efeito na função pulmonar do que betabloqueadores não seletivos, como ocorre com todos os betabloqueadores estes devem ser evitados em pacientes com doenças obstrutivas das vias aéreas, a menos que haja razões clínicas convincentes para seu uso. Quando existirem tais razões, Concor® Anlo pode ser usado com cautela. Na asma brônquica ou em outras doenças pulmonares obstrutivas crônicas, que podem causar sintomas, terapia de broncodilatação é recomendada. Ocasionalmente, pode ocorrer um aumento da resistência das vias aéreas em pacientes com asma; portanto, a dose de ß2-estimulantes pode ter que ser aumentada. Para maiores informações consulte a bula.

Detalhes do Produto

Concor® Anlo é indicado para tratamento de hipertensão arterial, incluindo substituição de bisoprolol e anlodipino em comprimidos separados e controle da pressão arterial não adequadamente controlada com os medicamentos utilizados individualmente. O medicamento é uma combinação de bisoprolol, um betabloqueador que diminui a frequência cardíaca e aumenta a eficiência do coração, e anlodipino, um bloqueador dos canais de cálcio que reduz a contração das paredes dos vasos sanguíneos, diminuindo assim a pressão arterial.

Ficha Técnica

  • Contra Indicação

    Concor® Anlo é contraindicado em pacientes com: - insuficiência cardíaca aguda ou durante episódios de descompensação da insuficiência cardíaca que requeiram terapêutica inotrópica intravenosa; - obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo (por exemplo, estenose aórtica de alto grau) (devido ao anlodipino); - choque cardiogênico; - bloqueio AV de segundo ou terceiro grau (sem marca-passo) (devido ao bisoprolol); - síndrome do nó sinusal (devido ao bisoprolol); - bloqueio sinoatrial (devido ao bisoprolol); - bradicardia sintomática (devido ao bisoprolol); - hipotensão sintomática; - asma brônquica grave (devido ao bisoprolol); - formas graves de doença arterial obstrutiva periférica ou de síndrome de Raynaud (devido ao bisoprolol); - feocromocitoma não tratado (ver “Advertências e Precauções”) (devido ao bisoprolol); - acidose metabólica (devido ao bisoprolol); Concor® Anlo está contraindicado em pacientes com hipersensibilidade ao bisoprolol, anlodipino, derivados di-hidropiridínicos ou a qualquer um dos excipientes da fórmula (ver “Composição”).
  • Advertências e Iterações

    Pacientes com insuficiência cardíaca: Pacientes com insuficiência cardíaca devem ser tratados com cautela. Não pode ser excluído um risco aumentado de nova deterioração da função bombeadora ventricular. Especialmente em pacientes com doença isquêmica do coração o término do tratamento com bisoprolol não deve ser feito de forma abrupta, a menos que claramente indicado, uma vez que isso pode levar a um agravamento transitório da condição cardíaca (ver “Posologia e Modo de Usar”). Pacientes com insuficiência hepática: É necessária cautela quando da administração de Concor® Anlo em pacientes com função hepática prejudicada, uma vez que a meia-vida do anlodipino é prolongada. Devido ao componente bisoprolol, Concor® Anlo tem que ser usado com cautela nas seguintes situações: - diabetes mellitus apresentando níveis extremamente flutuantes de glicemia; sintomas de hipoglicemia (como taquicardia, palpitações e sudorese) podem estar mascarados; - jejum rigoroso; - terapia de dessensibilização em andamento. Da mesma forma que outros betabloqueadores, o bisoprolol pode aumentar tanto a sensibilidade aos alérgenos quanto a gravidade das reações anafiláticas. O tratamento com epinefrina nem sempre pode resultar no efeito terapêutico esperado; - bloqueio AV de primeiro grau; - angina de Prinzmetal; - doenças arteriais periféricas oclusivas (pode ocorrer agravamento dos sintomas, principalmente no início do tratamento). Pacientes com psoríase ou com história de psoríase só devem ser tratados com betabloqueadores (por exemplo, bisoprolol) após uma cuidadosa avaliação dos benefícios contra os riscos. Pacientes em tratamento com bisoprolol podem ter sintomas de tireotoxicose mascarados. Em pacientes com feocromocitoma, o bisoprolol não pode ser administrado até que bloqueio dos receptores alfa tenha ocorrido. Naqueles pacientes submetidos à anestesia geral, o betabloqueio reduz a incidência de arritmias e isquemia miocárdica durante a indução da anestesia e intubação e no período pósoperatório. Recomenda-se correntemente que a manutenção do betabloqueio seja continuado no perioperatório. O anestesista deve ter conhecimento do betabloqueio devido ao potencial para interações com outros fármacos, resultando em bradiarritmias, atenuação da taquicardia reflexa e da diminuição da capacidade reflexa para compensar a perda de sangue. Caso seja considerado necessário suspender o tratamento com betabloqueador antes da cirurgia, isto deve ser feito de forma gradual, e completado cerca de 48 horas antes da anestesia. Embora betabloqueadores cardiosseletivos (beta1) possam ter menos efeito na função pulmonar do que betabloqueadores não seletivos, como ocorre com todos os betabloqueadores estes devem ser evitados em pacientes com doenças obstrutivas das vias aéreas, a menos que haja razões clínicas convincentes para seu uso. Quando existirem tais razões, Concor® Anlo pode ser usado com cautela. Na asma brônquica ou em outras doenças pulmonares obstrutivas crônicas, que podem causar sintomas, terapia de broncodilatação é recomendada. Ocasionalmente, pode ocorrer um aumento da resistência das vias aéreas em pacientes com asma; portanto, a dose de ß2-estimulantes pode ter que ser aumentada. Para maiores informações consulte a bula.
  • Reações Adversas

    Pacientes com insuficiência cardíaca: Pacientes com insuficiência cardíaca devem ser tratados com cautela. Não pode ser excluído um risco aumentado de nova deterioração da função bombeadora ventricular. Especialmente em pacientes com doença isquêmica do coração o término do tratamento com bisoprolol não deve ser feito de forma abrupta, a menos que claramente indicado, uma vez que isso pode levar a um agravamento transitório da condição cardíaca (ver “Posologia e Modo de Usar”). Pacientes com insuficiência hepática: É necessária cautela quando da administração de Concor® Anlo em pacientes com função hepática prejudicada, uma vez que a meia-vida do anlodipino é prolongada. Devido ao componente bisoprolol, Concor® Anlo tem que ser usado com cautela nas seguintes situações: - diabetes mellitus apresentando níveis extremamente flutuantes de glicemia; sintomas de hipoglicemia (como taquicardia, palpitações e sudorese) podem estar mascarados; - jejum rigoroso; - terapia de dessensibilização em andamento. Da mesma forma que outros betabloqueadores, o bisoprolol pode aumentar tanto a sensibilidade aos alérgenos quanto a gravidade das reações anafiláticas. O tratamento com epinefrina nem sempre pode resultar no efeito terapêutico esperado; - bloqueio AV de primeiro grau; - angina de Prinzmetal; - doenças arteriais periféricas oclusivas (pode ocorrer agravamento dos sintomas, principalmente no início do tratamento). Pacientes com psoríase ou com história de psoríase só devem ser tratados com betabloqueadores (por exemplo, bisoprolol) após uma cuidadosa avaliação dos benefícios contra os riscos. Pacientes em tratamento com bisoprolol podem ter sintomas de tireotoxicose mascarados. Em pacientes com feocromocitoma, o bisoprolol não pode ser administrado até que bloqueio dos receptores alfa tenha ocorrido. Naqueles pacientes submetidos à anestesia geral, o betabloqueio reduz a incidência de arritmias e isquemia miocárdica durante a indução da anestesia e intubação e no período pósoperatório. Recomenda-se correntemente que a manutenção do betabloqueio seja continuado no perioperatório. O anestesista deve ter conhecimento do betabloqueio devido ao potencial para interações com outros fármacos, resultando em bradiarritmias, atenuação da taquicardia reflexa e da diminuição da capacidade reflexa para compensar a perda de sangue. Caso seja considerado necessário suspender o tratamento com betabloqueador antes da cirurgia, isto deve ser feito de forma gradual, e completado cerca de 48 horas antes da anestesia. Embora betabloqueadores cardiosseletivos (beta1) possam ter menos efeito na função pulmonar do que betabloqueadores não seletivos, como ocorre com todos os betabloqueadores estes devem ser evitados em pacientes com doenças obstrutivas das vias aéreas, a menos que haja razões clínicas convincentes para seu uso. Quando existirem tais razões, Concor® Anlo pode ser usado com cautela. Na asma brônquica ou em outras doenças pulmonares obstrutivas crônicas, que podem causar sintomas, terapia de broncodilatação é recomendada. Ocasionalmente, pode ocorrer um aumento da resistência das vias aéreas em pacientes com asma; portanto, a dose de ß2-estimulantes pode ter que ser aumentada. Para maiores informações consulte a bula.

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